quinta-feira, 31 de agosto de 2017

TRANSSEXUALIDADE E RACISMO É TEMA DO PRÓXIMO CURSO DO DI JEJE

Curso começará dia 30 de Setembro, oferecerá 33 vagas e pretende discutir os marcadores de gênero e raça presentes na transfobia no Brasil. Inscreva-se!


O Coletivo Di Jeje, vem desde 2014 pautando encontros formativos pautando a questão da mulher negra.
Para nós, todos os temas que perpassam o universos dos negros estão co relacionados ao universo da mulher negra.
Pensando nessa questão, estamos propondo para Setembro, um curso on line sobre transsexualidade e racismo.
Prostituição, violação de direitos, violência sistemática por parte da sociedade e do Estado, desemprego, situações de exposição a violência, segregação e exclusão social serão temas discutidos em nosso encontro.
Serão oferecidas 33 vagas, o curso acontece totalmente on line, por dois meses as participantes podem acessar o conteúdo dentro de sua rotina, ao final receberão um certificado de 90 horas.
A curadoria do curso ainda não está definida, mais será organizado e conduzido por uma pesquisadora negra e trans.

Serviço
Curso On Line Transsexualidade, racismo e invisibilidade
Quando: de 30 de Setembro a 30 de Novembro
Quanto: 78 reais - 33 vagas
Aonde: totalmente on line



quarta-feira, 23 de agosto de 2017

POLITÍCA DE DROGAS E GENOCIDIO DA POPULAÇÃO NEGRA SÃO TEMAS DO PRÓXIMO CURSO ON LINE DO DI JEJE

Curso começa em Setembro e propõe discutir o desenho da politica de droga no estado brasileiro e o impacto da mesma na vida da população negra, sobretudo as mulheres negras. Inscrições já estão abertas, e serão oferecidas 33 vagas. Inscreva-se!





Os estudos sobre o processo de encarceramento em massa da população negra, apontam que um dos pilares é a luta contra as drogas. Ela também é a causadora direta da guerra civil que domina nosso país. Exterminados pelo Estado através da polícia, ou no confronto armando entre as gangues e facções criminosas, é a comunidade negra quem sofre com a politica de drogas perpetrada em nosso país desde 1960. 
Esse é um curso que visa discutir os contornos da politica de droga e o impacto direto da mesma na vida da população negra, e a forma como através do combate as drogas, o governo brasileiro, orquestra a mais de 5 décadas o extermino sistemático da população negra.
Acontecerá totalmente on line, com certificação de 90 horas e é voltado a pesquisadoras/es e interessadas/os na temática.

Serviço: Politica de drogas e genocídio da população negra pelo Estado Brasileiro
Quando: 30 de setembro a 30 de Novembro
Quanto: 78 reais
Certificação de 90 horas
33 vagas
Inscreva-se!



sexta-feira, 18 de agosto de 2017

CURSO ON LINE SOBRE FEMINISMO INTERSECCIONAL COMEÇA EM SETEMBRO

Curso pretende discutir o conceito de interseccionalidade e pensamento decolonial, dentro do feminismo na América Latina. Inscrições já estão abertas, e curso começa em Setembro com certificação de 90 horas. Inscreva-se!

Interseccionalidade (ou teoria interseccional) é o estudo da sobreposição ou intersecção de identidades sociais e sistemas relacionados de opressão, dominação ou discriminação. A teoria sugere e procura examinar como diferentes categorias biológicas, sociais e culturais, tais como gênero, raça, classe, capacidade, orientação sexual, religião, casta, idade e outros eixos de identidade interagem em níveis múltiplos e muitas vezes simultâneos. Este quadro pode ser usado para entender como a injustiça e a desigualdade social sistêmica ocorrem em uma base multidimensional.  A interseccionalidade sustenta que as conceituações clássicas de opressão dentro da sociedade — tais como o racismo, o sexismo, o classismocapacitismobifobiahomofobia e a transfobia e intolerâncias baseadas em crenças — não age independentemente uns dos outros mas que essas formas de opressão se inter-relacionam, criando um sistema de opressão que reflete o "cruzamento" de múltiplas formas de discriminação.
A teoria da interseccionalidade também sugere que formas e manifestações de opressão aparentemente discretas são moldadas por uma outra (mutuamente co-constitutiva). Assim, para compreender plenamente a racialização dos grupos oprimidos, deve-se investigar as maneiras pelas quais a racialização se estrutura, seus processos e representações sociais (ou idéias que pretendem representar grupos e membros do grupo na sociedade) são moldadas por gênero, classe, sexualidade, etc. Enquanto a teoria começou como uma exploração da opressão das mulheres negras dentro da sociedade, hoje a análise é potencialmente aplicada a todas as categorias (incluindo status geralmente vistos como dominantes quando vistos como estados independentes).
Esse é um curso que acontece totalmente on line, as participantes podem acessar o conteúdo dentro de sua rotina por dois meses, e contam com o apoio de uma tutoria remota. No final, há certificação de 90 horas.

Serviço: Curso On line Feminismo interseccional
Quando: de 30 de Setembro a 30 de Novembro
Quanto: 78 reais
Duração: 60 dias - 90 horas

Ementa:

1 - O que é feminismo?
2- O que é interseccionalidade?
3- Feminismo interseccional
4- Pensamento decolonial na América Latina
5 - Feminismo negro e feminismo interseccional são a mesma coisa?
6- Estudos sobre feminismo negro no Brasil: decolonização e interseccionalidade
7 - O contexto das lutas sociais na atualidade


quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Curso on line sobre feminismo negro, racismo e cyber ativismo começa em Setembro

Curso abordará o feminismo negro e a luta anti racista a partir do cyber ativismo, destacando a articulação via mídias sociais. O curso começa dia 10 de Setembro, acontecerá on line e oferecerá 24 vagas. Inscreva-se!




ciberativismo é um termo recente e consiste na utilização da internet por grupos politicamente motivados que buscam difundir informações e reivindicações sem qualquer elemento intermediário com o objetivo de buscar apoio, debater e trocar informação, organizar e mobilizar indivíduos para ações, dentro e fora da rede.
Hastages, tuitaços, likes, lives e afins são as estratégias utilizadas pela nova geração de ativistas. 
No movimento negro, isso não tem sido diferente, sobretudo podemos destacar ativistas negras que se destacam por suas reflexões, analises e proposições, e que muitas vezes extrapolam as midias digitais.
Nesse curso, vamos conehcer a produção realizada pela arquiteta, feminista negra e ativista Stephanie Ribeiro, além de conhecermos sobre o trabalho desenvolvido por blogueiras negras no Brasil e nos Estados Unidos.

Ementa:
Módulo 1- O que é cyber ativismo?
Módulo 2 - Cyber ativismo e o feminismo negro no Brasil
Módulo 3 - As constribuições do feminismo negro na luta anti racismo
Módulo 4 - Blogueiras negras: a vez e a voz da mulher negra 
Módulo 5 - Feminismo negro e cyber ativismo nos Estados Unidos

Serviço: Curso On line Feminismo Negro e Cyber Ativismo
Quanto: 78 reais
Quando: de 10 de setembro a 30 de Novembro
Onde: plataforma virtual de aprendizagem
Vagas: 24 lugares

terça-feira, 25 de julho de 2017

DI JEJE LANÇA CURSO INÉDITO SOBRE MASCULINIDADE NEGRA E FEMINISMO NEGRO

No dia 30 de Agosto, começará o curso inédito sobre masculinidade negra. O encontro virtual têm por objetivo discutir a masculinidade negra a partir do feminismo negro. Serão oferecidas 42 vagas, inscreva-se!




Os debates sobre a condição do homem negro, faz parte das demandas e analises do feminismo negro.
Analisar o genocídio da juventude negra, passando pela afetividade e chegando na formação da masculinidade negra é fundamental para avançarmos sobre a realidade a fim de compreender a condição do individuo negro.
Esse curso pretende apresentar as pesquisas realizadas no campo, aliar algumas discussões articuladas por feministas negras brasileiras e estadudinenses, e pautar o pensamento de Frantz Fanon.
Acontece totalmente on line, tem duração de 90 horas com certificação ao final.
Inscreva-se!

Ementa: discutir o conceito de masculinidade e compreender o processo de constituição da masculinidade negra, a partir da contribuição do feminismo negro.

Módulo 1 - O que é masculinidade negra?
Módulo 2 - O feminismo negro e a masculinidade negra
Módulo 3 - Peles negras, mascaras brancas: Frantz Fanon
Módulo 4 - Ser homem negro, ser mulher negra

Serviço: Curso On Line Masculinidade negra e o Feminismo negro
Onde; plataforma virtual Moodle
Quando: de 30 de Agosto a 30 de Outubro
Quanto: 78 reais (serão oferecidas 42 vagas)
Para quem: interessad@s no tema







                                 



segunda-feira, 10 de julho de 2017

CURSO ON LINE SOBRE FEMINISMO NEGRO ABORDARÁ AUTORAS CONTEMPORÂNEAS

Curso pretende discutir o pensamento de três intelectuais negras contemporâneas: Belinda Paiva de Brito, Djamila Ribeiro e Sueli Carneiro. Serão oferecidas 33 vagas, e as inscrições já estão abertas. Inscreva-se!

O objetivo do curso, é compreender a contribuição das três intelectuais para o campos de estudo sobre a mulher negra e o feminismo negro no Brasil.
Tão importante quanto compreender o processo histórico dos estudos sobre a mulher negra, é também dialogar com o agora, com que está sendo produzido na atualidade.
Belinda Paiva de Brito, é coordenadora do Instituto Odara e membro efetiva do secretariado da ONU Mulher, Djamila Ribeiro é mestra em Filosofia Politica pela Universidade Federal de São Paulo, ex secretaria adjunta de direitos humanos da Cidade de São Paulo, Sueli Carneiro é uma importante militante do Mov Negro em nosso país e fundadora do Instituto Geledes, um centro de referencia sobre a mulher negra em todo o Brasil.
Esse é um curso on line, voltado a todos os interessados no tema, acontecerá numa plataforma virtual, tem a duração de 2 meses e carga horária de 90 horas, com certificação ao final.
É mais um curso inédito e pioneiro oferecido pelo Coletivo Di Jejê, resultado da pesquisa em andamento Feminismo Negro no Brasil: um paradigma em construção, coordenado pela Professora Mestra em Educação: História, Politica, Sociedade da PUC-SP e coordenadora do Coletivo Di Jejê, Jaque Conceição.


Ementa:
Objetivo: Discutir a constituição do campo teórico do feminismo negro no Brasil, a partir da contribuição de intelectuais negras contemporâneas.

Módulo 1 – O que é feminismo negro?
Módulo 2 – Belinda Paiva de Brito – militância, teoria e mudança
Módulo 3 – Djamila Ribeiro – não se nasce mulher ~negra~, torna-se
Módulo 4- Sueli Carneiro – sobre a afetividade e outros saberes

Serviço:
O que:  Curso on line O que é o feminismo negro? Benilda Paiva de Brito, Djamila Ribeiro e Sueli Carneiro
Quando: de 10 de Agosto a 30 de Outubro
Quanto: 78 reais
Vagas: 33 vagas
Onde: modalidade on line (os participantes acessam o conteúdo dentro de sua rotina e disponibilidade)




sexta-feira, 7 de julho de 2017

CURSO ON LINE CANDOMBLÉ, FEMININO E ANCESTRALIDADE

Curso on line têm por objetivo discutir a presença do feminino no culto a ancestralidade africana. Serão oferecidas 24 vagas. Inscreva-se!



Muito se fala sobre o candomblé no Brasil, e é um grande desafio organizar um curso que paute o culto da ancestralidade.
Essa forma de compreender o mundo é marcada por segredos, preceitos e fundamentos que só pode ser revelado à quem compartilha de seu cotidiano.
mas, há uma parte importante e fundamental do culto aos ancestrais africanos, que devemos sempre discutir: a presença feminina negra e milenar.
Esse é um curso que tem por objetivo discutir a importância da manutenção da memória e da resistência das mulheres negras, grandes zeladoras dos ancestrais, filhas de santo, mães de santo; e também compreender a concepção do feminino dentro da visão de mundo africana.
Ele acontecerá totalmente on line, os participantes podem acessar o material dentro de sua rotina, e contarão com o apoio de uma tutora. Ao final, receberão um certificado de 60 horas.
Serão oferecidas 24 vagas, e as inscrições seguem até dia 28 de Julho.

Serviço: Curso On Line Candomblé - Feminino e Ancestralidade
Quando: de 30 de Julho a 30 de Setembro (60 horas com certificação)
Quanto: 69 reais (24 VAGAS)
Onde: ambiente virtual de aprendizagem

Ementa:
Objetivo: Discutir as interfaces entre feminismo, feminino, ancestralidade e candomblé. Discutir a importância histórica do candomblé e a importância da atuação das mulheres negras como zeladores de saberes e praticas da memoria negra no Brasil.

Módulo 1 - O que é o candomblé?
Módulo 2 - Resistência, religiosidade e saberes
Módulo 3 - O feminino na cultura yorubá
Módulo 4 - Iaos, yabas, Yas, monas e Mametus: o lugar da mulher na ancestralidade