sexta-feira, 18 de agosto de 2017

CURSO ON LINE SOBRE FEMINISMO INTERSECCIONAL COMEÇA EM SETEMBRO

Curso pretende discutir o conceito de interseccionalidade e pensamento decolonial, dentro do feminismo na América Latina. Inscrições já estão abertas, e curso começa em Setembro com certificação de 90 horas. Inscreva-se!

Interseccionalidade (ou teoria interseccional) é o estudo da sobreposição ou intersecção de identidades sociais e sistemas relacionados de opressão, dominação ou discriminação. A teoria sugere e procura examinar como diferentes categorias biológicas, sociais e culturais, tais como gênero, raça, classe, capacidade, orientação sexual, religião, casta, idade e outros eixos de identidade interagem em níveis múltiplos e muitas vezes simultâneos. Este quadro pode ser usado para entender como a injustiça e a desigualdade social sistêmica ocorrem em uma base multidimensional.  A interseccionalidade sustenta que as conceituações clássicas de opressão dentro da sociedade — tais como o racismo, o sexismo, o classismocapacitismobifobiahomofobia e a transfobia e intolerâncias baseadas em crenças — não age independentemente uns dos outros mas que essas formas de opressão se inter-relacionam, criando um sistema de opressão que reflete o "cruzamento" de múltiplas formas de discriminação.
A teoria da interseccionalidade também sugere que formas e manifestações de opressão aparentemente discretas são moldadas por uma outra (mutuamente co-constitutiva). Assim, para compreender plenamente a racialização dos grupos oprimidos, deve-se investigar as maneiras pelas quais a racialização se estrutura, seus processos e representações sociais (ou idéias que pretendem representar grupos e membros do grupo na sociedade) são moldadas por gênero, classe, sexualidade, etc. Enquanto a teoria começou como uma exploração da opressão das mulheres negras dentro da sociedade, hoje a análise é potencialmente aplicada a todas as categorias (incluindo status geralmente vistos como dominantes quando vistos como estados independentes).
Esse é um curso que acontece totalmente on line, as participantes podem acessar o conteúdo dentro de sua rotina por dois meses, e contam com o apoio de uma tutoria remota. No final, há certificação de 90 horas.

Serviço: Curso On line Feminismo interseccional
Quando: de 30 de Setembro a 30 de Novembro
Quanto: 78 reais
Duração: 60 dias - 90 horas

Ementa:

1 - O que é feminismo?
2- O que é interseccionalidade?
3- Feminismo interseccional
4- Pensamento decolonial na América Latina
5 - Feminismo negro e feminismo interseccional são a mesma coisa?
6- Estudos sobre feminismo negro no Brasil: decolonização e interseccionalidade
7 - O contexto das lutas sociais na atualidade


quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Curso on line sobre feminismo negro, racismo e cyber ativismo começa em Setembro

Curso abordará o feminismo negro e a luta anti racista a partir do cyber ativismo, destacando a articulação via mídias sociais. O curso começa dia 10 de Setembro, acontecerá on line e oferecerá 24 vagas. Inscreva-se!




ciberativismo é um termo recente e consiste na utilização da internet por grupos politicamente motivados que buscam difundir informações e reivindicações sem qualquer elemento intermediário com o objetivo de buscar apoio, debater e trocar informação, organizar e mobilizar indivíduos para ações, dentro e fora da rede.
Hastages, tuitaços, likes, lives e afins são as estratégias utilizadas pela nova geração de ativistas. 
No movimento negro, isso não tem sido diferente, sobretudo podemos destacar ativistas negras que se destacam por suas reflexões, analises e proposições, e que muitas vezes extrapolam as midias digitais.
Nesse curso, vamos conehcer a produção realizada pela arquiteta, feminista negra e ativista Stephanie Ribeiro, além de conhecermos sobre o trabalho desenvolvido por blogueiras negras no Brasil e nos Estados Unidos.

Ementa:
Módulo 1- O que é cyber ativismo?
Módulo 2 - Cyber ativismo e o feminismo negro no Brasil
Módulo 3 - As constribuições do feminismo negro na luta anti racismo
Módulo 4 - Blogueiras negras: a vez e a voz da mulher negra 
Módulo 5 - Feminismo negro e cyber ativismo nos Estados Unidos

Serviço: Curso On line Feminismo Negro e Cyber Ativismo
Quanto: 78 reais
Quando: de 10 de setembro a 30 de Novembro
Onde: plataforma virtual de aprendizagem
Vagas: 24 lugares

terça-feira, 25 de julho de 2017

DI JEJE LANÇA CURSO INÉDITO SOBRE MASCULINIDADE NEGRA E FEMINISMO NEGRO

No dia 30 de Agosto, começará o curso inédito sobre masculinidade negra. O encontro virtual têm por objetivo discutir a masculinidade negra a partir do feminismo negro. Serão oferecidas 42 vagas, inscreva-se!



Os debates sobre a condição do homem negro, faz parte das demandas e analises do feminismo negro.
Analisar o genocídio da juventude negra, passando pela afetividade e chegando na formação da masculinidade negra é fundamental para avançarmos sobre a realidade a fim de compreender a condição do individuo negro.
Esse curso pretende apresentar as pesquisas realizadas no campo, aliar algumas discussões articuladas por feministas negras brasileiras e estadudinenses, e pautar o pensamento de Frantz Fanon.
Acontece totalmente on line, tem duração de 90 horas com certificação ao final.
Inscreva-se!

Ementa: discutir o conceito de masculinidade e compreender o processo de constituição da masculinidade negra, a partir da contribuição do feminismo negro.

Módulo 1 - O que é masculinidade negra?
Módulo 2 - O feminismo negro e a masculinidade negra
Módulo 3 - Peles negras, mascaras brancas: Frantz Fanon
Módulo 4 - Ser homem negro, ser mulher negra

Serviço: Curso On Line Masculinidade negra e o Feminismo negro
Onde; plataforma virtual Moodle
Quando: de 30 de Agosto a 30 de Outubro
Quanto: 78 reais (serão oferecidas 42 vagas)
Para quem: interessad@s no tema








segunda-feira, 10 de julho de 2017

CURSO ON LINE SOBRE FEMINISMO NEGRO ABORDARÁ AUTORAS CONTEMPORÂNEAS

Curso pretende discutir o pensamento de três intelectuais negras contemporâneas: Belinda Paiva de Brito, Djamila Ribeiro e Sueli Carneiro. Serão oferecidas 33 vagas, e as inscrições já estão abertas. Inscreva-se!

O objetivo do curso, é compreender a contribuição das três intelectuais para o campos de estudo sobre a mulher negra e o feminismo negro no Brasil.
Tão importante quanto compreender o processo histórico dos estudos sobre a mulher negra, é também dialogar com o agora, com que está sendo produzido na atualidade.
Belinda Paiva de Brito, é coordenadora do Instituto Odara e membro efetiva do secretariado da ONU Mulher, Djamila Ribeiro é mestra em Filosofia Politica pela Universidade Federal de São Paulo, ex secretaria adjunta de direitos humanos da Cidade de São Paulo, Sueli Carneiro é uma importante militante do Mov Negro em nosso país e fundadora do Instituto Geledes, um centro de referencia sobre a mulher negra em todo o Brasil.
Esse é um curso on line, voltado a todos os interessados no tema, acontecerá numa plataforma virtual, tem a duração de 2 meses e carga horária de 90 horas, com certificação ao final.
É mais um curso inédito e pioneiro oferecido pelo Coletivo Di Jejê, resultado da pesquisa em andamento Feminismo Negro no Brasil: um paradigma em construção, coordenado pela Professora Mestra em Educação: História, Politica, Sociedade da PUC-SP e coordenadora do Coletivo Di Jejê, Jaque Conceição.


Ementa:
Objetivo: Discutir a constituição do campo teórico do feminismo negro no Brasil, a partir da contribuição de intelectuais negras contemporâneas.

Módulo 1 – O que é feminismo negro?
Módulo 2 – Belinda Paiva de Brito – militância, teoria e mudança
Módulo 3 – Djamila Ribeiro – não se nasce mulher ~negra~, torna-se
Módulo 4- Sueli Carneiro – sobre a afetividade e outros saberes

Serviço:
O que:  Curso on line O que é o feminismo negro? Benilda Paiva de Brito, Djamila Ribeiro e Sueli Carneiro
Quando: de 10 de Agosto a 30 de Outubro
Quanto: 78 reais
Vagas: 33 vagas
Onde: modalidade on line (os participantes acessam o conteúdo dentro de sua rotina e disponibilidade)




sexta-feira, 7 de julho de 2017

CURSO ON LINE CANDOMBLÉ, FEMININO E ANCESTRALIDADE

Curso on line têm por objetivo discutir a presença do feminino no culto a ancestralidade africana. Serão oferecidas 24 vagas. Inscreva-se!



Muito se fala sobre o candomblé no Brasil, e é um grande desafio organizar um curso que paute o culto da ancestralidade.
Essa forma de compreender o mundo é marcada por segredos, preceitos e fundamentos que só pode ser revelado à quem compartilha de seu cotidiano.
mas, há uma parte importante e fundamental do culto aos ancestrais africanos, que devemos sempre discutir: a presença feminina negra e milenar.
Esse é um curso que tem por objetivo discutir a importância da manutenção da memória e da resistência das mulheres negras, grandes zeladoras dos ancestrais, filhas de santo, mães de santo; e também compreender a concepção do feminino dentro da visão de mundo africana.
Ele acontecerá totalmente on line, os participantes podem acessar o material dentro de sua rotina, e contarão com o apoio de uma tutora. Ao final, receberão um certificado de 60 horas.
Serão oferecidas 24 vagas, e as inscrições seguem até dia 28 de Julho.

Serviço: Curso On Line Candomblé - Feminino e Ancestralidade
Quando: de 30 de Julho a 30 de Setembro (60 horas com certificação)
Quanto: 69 reais (24 VAGAS)
Onde: ambiente virtual de aprendizagem

Ementa:
Objetivo: Discutir as interfaces entre feminismo, feminino, ancestralidade e candomblé. Discutir a importância histórica do candomblé e a importância da atuação das mulheres negras como zeladores de saberes e praticas da memoria negra no Brasil.

Módulo 1 - O que é o candomblé?
Módulo 2 - Resistência, religiosidade e saberes
Módulo 3 - O feminino na cultura yorubá
Módulo 4 - Iaos, yabas, Yas, monas e Mametus: o lugar da mulher na ancestralidade


segunda-feira, 5 de junho de 2017

CURSO ON LINE SOBRE ENCARCERAMENTO FEMININO COMEÇA DIA 30 DE JUNHO

Curso segue com inscrições abertas até dia 28 de Junho e custa 60 reais, acontece totalmente on line e aberto a todos os públicos, serão oferecidas 20 vagas com certificação equivalente a 40 horas. Inscrições aqui!



O curso pretende emergir algumas questões levantadas a partir do cruzamento entre questões ligadas ao sistema prisional, classe, raça, gênero e sexualidade. Levantar discussões antropológicas e sociais a respeito da interseccionalidade de mais marcadores sociais da diferença. Refletir sobre os impactos nas existências individuais e coletivas de mulheres encarceradas, sobretudo negras e levantar a questão da possível distinção de intensidade de punição direcionadas a esses corpos. Buscamos, por fim, problematizar as possíveis distinções desses corpos no ambiente de aprisionamento, suas diferenças tanto no campo prático, como em relação a suas existências subjetivas, refletindo sobre suas representações, bem como os fatores que compõe os mecanismos punitivos direcionados as mesmas. A influência de seus marcadores sociais e culturais da diferença, assim como o quanto tais subjetividades informam essas existências políticas e suas narrativas desde o ambiente prisional.

O Curso conta com a curadoria de conhecimento e tutoria de Isadora de Assis Bandeira, graduada em Antropologia – Diversidade Cultural Latino-Americana pela Universidade Federal da Integração Latino-Americana. Pesquisa concentrada na área de gênero, diversidade sexual, raça e encarceramento. Realizou pesquisa de campo por um tempo aproximado de dois anos junto as mulheres internas a cadeia pública de Foz do Iguaçu, mapeando as redes de afetuosidades e (não)afetuosidades que atravessam a vida de tais mulheres, sobretudo negras e a influência de tais sensações em suas existências individuais, coletivas e políticas . Desde uma perspectiva antropológica dos afetos, com um foco de análise feminista e enegrecido. Bolsista por um período de um ano no projeto de extensão “Direito a poesia: círculos de leitura com pessoas em situação de privação de liberdade em Foz do Iguaçu”, onde teve contato direto com as presas da cadeia pública semanalmente. Tendo como objetivo compreender a interseccionalidade entre os marcadores sociais da diferença, sendo esses gênero, raça e sexualidade. Mestranda pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná, Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais - Área de Concentração: Fronteiras, Identidades e Políticas Públicas, Linha de Pesquisa: Cultura, Fronteiras e Identidades. Título da Dissertação: Cadeia, uma etnografia a partir de experiências prisionais de mulheres negras: a interseccionalidade entre raça, gênero, sexualidade e punição.



BIBLIOGRAFIA BÁSICA

·         Rosalice. Prisioneiras de uma mesma história: o amor materno atrás das grades. São Paulo. 2014. Tese de doutorado.


·         OLIVEIRA, Magali Glaucia Fávaro; SANTOS, André Filipe Pereira Reid.  Desigualdade de gênero no sistema prisional: considerações acerca das barreiras á realização de visitas e visitas intimas as mulheres encarceradas. Caderno Espaço Feminino - Uberlândia-MG - v. 25, n. 1 - Jan./Jun. 2012 – ISSN online 1981-3082.

·      
·         TEXTO/ENTREVISTA: FONTELES, Natália. Presas estrangeiras: contexto de violações ainda mais grave nas prisões brasileiras.


·         PADOVANI, Natália Corazza. No olho do furacão: conjugalidades homossexuais e o direito a visita íntima na Penitenciaria Feminina da Capital. Cadernos Pagu (37), Campinas-SP, Núcleo de Estudos de Gênero Pagu/Unicamp, 2011, pp.185-218.

·         BANDEIRA, Isadora de Assis. Cadeia, substantivo negro e feminino: etnografia de uma situação carcerária na tríplice fronteira. Foz do Iguaçu, 2016. p. 45 á 67.


quarta-feira, 31 de maio de 2017

DI JEJÊ LANÇA CURSO INÉDITO SOBRE A MULHER NEGRA E A HOMOSSEXUALIDADE


Curso têm inscrições abertas até dia 08 de Junlo, e conta com a curadoria de conhecimento da professora, pesquisadora da UNIFESP e ativista Ryane Leão. Inscrições AQUI.




O curso tem por objetivo apresentar as múltiplas vivências da mulher negra e lésbica, trazendo informações essenciais para a construção e consolidação da nossa história de luta, para o resgate de nossa identidade e para a importância das referências novas e antigas na edificação da nossa resistência. Abordarei assuntos como identidade de gênero e orientação sexual, racismo e preconceito, invisibilidade, representação, relacionamentos, afetividade e violência, hiperssexualização, entre outros. Cada aula irá propor um tema de debate em relação à homoafetividade da mulher negra, trazendo extenso material bibliográfico para um assunto tantas vezes silenciado e ignorado. Mulheres negras lésbicas existem e resistem!

Será um curso totalmente on line, voltado para todos os públicos que tenham interesse, pesquisadores ou não. Acontecerá numa plataforma virtual, e o inicio esta marcado para o dia 10 de Julho.

A curadoria de conhecimento será feita por Ryane Leão que é mulher preta e lésbica, professora, escritora e artista de rua. É também estudante de Letras na UNIFESP. Trabalha com o resgate da cultura negra na escola Black to Black, especializada no ensino do inglês para mulheres negras com foco em cultura afro. Também publica seus poemas em forma de lambe-lambe e na internet com o projeto Onde jazz meu coração. Seu primeiro livro foi financiado pelo Catarse e tem prévia de lançamento para 2017.

Serviço: Curso On line As pluralidades da mulher negra e lésbica
Quando de 10 de Julho a 30 de Agosto
Quanto: 60 reais
Onde: http://edu.kilombagem.net.br
Para quem: todos os interessadxs no tema.