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NKANDA: FORMAÇÃO POLÍTICA PARA MULHERES

Oi, eu sou a Jaque Conceição, sou fundadora e coordenadora do Coletivo Di Jeje, 
e estou te fazendo um convite especial!Quando eu criei o Di Jeje em 2014, meu 
maior desejo era poder trabalhar com aquilo que eu mais acredito: o conhecimento
 como potencializador de vidas e emancipador das mulheres negras. Foram 
necessários 4 anos para que pudéssemos chegar num modelo de gestão de
 negócio, que possa oferecer conhecimento para mulheres negras de forma 
viável. Nesse sentido, a metodologia de ensino a distância, tem sido uma 
importante ferramenta. Toda essa trajetória trouxe reconhecimento, e a expertise em atuar com 
mulheres negras, com um
Postagens recentes

DI Jeje na Alemanha: mulheres unidas movem o mundo!

A felicidade só é completa quando pode ser dividida. Nós do Di Jeje, temos tido muitas felicidades para dividir.

Em Novembro vamos lançar a primeira plataforma de e-learning para mulheres do MUNDO, essa plataforma chama NKANDA. Já estamos em fase de implantação, e têm sido um sucesso! E, agora temos mais uma coisa maravilhosa para dizer: fomos convidadas para um encontro de mulheres negras na Alemanha, nos dias 05 e 06 de Outubro, em Frankfurt.
E, claro que para podermos ir, vamos contar com vocês! Para isso, estamos lançando hoje uma campanha dedoação: você apoia nossa ida, doando 33 reais. Nós precisamos de 500 doações até dia 30 de Setembro. O valor arrecado vai custear a ida duas mulheres negras: 7600 reais das passagens pela Latam já com taxas inclusas; 400 reais do seguro saúde obrigatório; 4000 mil reais de alimentação para 8 dias de estádia.  A acomodação nós conseguimos como doação das mulheres negras que vão nos receber. É muito importante que a gente se mobilize, essa atividade é uma…

Elas por elas: Overstock Di Jeje

Esse foi um ano de muitos desafios, muitas superações e muitas felicidades. No entanto, temos mais um desafio nessa reta final do ano, e queremos convidar você para essa experiência.


O Coletivo Di Jeje é um centro de pesquisa e formação politica sobre mulheres negras, feito por mulheres negras, para mulheres negras. Somos um negócio social. Existimos a quatro anos e nunca contamos com apoio ou incentivo de fundações, editais e afins. 
Nossa existência desde 2014, é advinda diretamente da venda dos cursos presenciais e on line, temos orgulho em dizer que hoje em nossa plataforma virtual de cursos on line sobre mulheres negras, termos mais de 30 cursos exclusivos e mais de 350 mulheres, na sua grande maioria negra, participando das atividades virtuais.
Em nosso planejamento, estabelecemos a meta de disponibilizar em 2018, 500 vagas nos nossos cursos virtuais, e estamos muito perto de alcançar essa meta.
Pensando nisso, e como forma  de retribuir o apoio e reconhecimento de nossas parceiras,…

FLORIANÓPOLIS RECEBE CURSO INÉDITO SOBRE FEMINISMO NEGRO, CONFIRA!

Curso acontecerá dia 07 de Setembro, e será ministrado em exclusividade pelo Coletivo Di Jeje! Se inscreva!


O objetivo do curso, é apresentar as participantes, um método de trabalho dentro do feminismo negro, a partir da perspectiva teórica das intelectuais brasileiras Lélia Gonzales e Sueli Carneiro, e apresentar, o trabalho de algumas outras pesquisadoras do campo, nos últimos 20 anos no Brasil.
A mediação será feita pela Professora Jaque Conceição, que é pedagoga e Mestre em Educação pela PUC - SP e fundadora do Coletivo Di Jeje.
Será disponibilizada apenas dez vagas.

No valor da inscrição estão inclusos textos, certificados, café da manhã e almoço.

Data: 07/09/2018 Valor: 105 reais
Local: a definir Horário: das 14hs as 18hs
          Inscreva-se AQUI 

PRECISAMOS FALAR SOBRE COLORISMO

Afinal, o que é COLORISMO? Qual  a origem desse termo?
Há muitas discussões sobre essa temática no Brasil. Expressões como afrobege, afroconveniente, pardo, mestiço, são associadas a temática do colorismo.
Existem diversas explicações: a eugênia imposta no Brasil no final do século XIX e começo do século XX, a mestiçagem forçada entre negros e europeus através do estupro de mulheres negras escravizadas
O processo da mestiçagem racial, também está ligada ao apagamento cultural e histórico da herança africana, presente no processo de construção da identidade brasileira.
Pensando sobre a necessidade da realização desse debate, que o Coletivo Di Jeje, te convida para a web aula Colorismo, com Jaque Conceição.
A aula vai acontecer on line via streaming, no dia 10 de Julho as 19hs, GRATUITAMENTE. Para participar, acesse o link e se inscreva. As inscrições vão até dia 08 de Julho, e as vagas são LIMITADAS. Haverá emissão de certificados.

A web aula faz parte do curso O que é colorismo? desenvolv…

CONFIRA COM EXCLUSIVIDADE, PLANO DE ESTUDOS SOBRE O ENCARCERAMENTO DE MULHERES

O debate sobre encarceramento de mulheres no Brasil, certamente precisa ser feito de forma ampla, e precisa considerar dois fatores: faixa etária e racialidade. Um aspecto importante que não pode ser sileciado, é acerca da maternidade dentro do sistema prisional.
Pensando nessas questõs, o Coletivo Di Jeje organizou esse Plano de Estudos Semestral sobre o Encarceramento de Mulheres, com três cursos.

Para nós, é central o acesso ao conhecimento, sobretudo para mulheres negras. E, para garantir o acesso ao conhecimento, que elaboramos os Planos de Estudos Semestrais.
No Plano de Estudo Semestral, a participante ou o participante, poderá percorrer um caminho formativo, em três cursos on line, dentro de um tema.
O Plano de Estudo Semestral sobre o Encarceramento de Mulheres, contempla três cursos: 
1. Sistema Prisional e Encarceramento: O curso busca compreender o cruzamento entre a política de guerra as drogas e a seletividade policialesca e penal e suas resultantes em relação a política d…

RACISMO, GÊNERO E CAPITALISMO POR ANGELA DAVIS

Angela Davis, certamente é uma das mais importantes intelectuais negras do século XX e XXI. Seu pensamento, pautado na filosofia política, dentro do campo da Teoria Critica Sociedade, se interessa em analisar e descrever a sociedade capitalista de base industrial, tendo como pressuposto que as categorias gênero, racismo, negro, negritude e a escravidão africana moderna, são bases para o principal aspecto do capitalismo: a mais valia.
Desde 1964, Davis vem se interessando em pesquisar e debater a relação entre gênero e raça dentro do capitalismo industrial, e seu impacto na formação da consciência dos individuos, sejam eles negros ou brancos.
O Coletivo Di Jeje, vem desde 2014, desenvolvendo pesquisas sobre essa relação: gênero, raça e capitalismo, dentro do modelo brasileiro de sociedade, e a partir desses estudos, temos elaborado e desenvolvidos cursos de formação presencial e a distância sobre feminismo negro, intelectuais negras, mulheres negras, movimento negro, juventude negra e a