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CURSO ON LINE SOBRE FEMINISMO NEGRO

O feminismo negro no Brasil – Lélia Gonzalez e Beatriz Nascimento

                      

                             

            - INSCRIÇÕES  -

Você que não pode participar da primeira edição do curso on line sobre feminismo negro, que têm como referência teórica o pensamento de Lélia Gonzalez e Beatriz Nascimento, poderá se inscrever até dia 29 de Setembro para a segunda edição.


Lélia Gonzales, criou o conceito de feminismo afrolatino: um dialogo entre mulheres negras e latinas do continente, pautando o pan africanismo como saída para a luta da diáspora negra na América Latina.


Beatriz Nascimento, pesquisou sobre os quilombos, e trouxe muitos elementos para pensarmos a organização e articulação das mulheres negras como lideranças importantíssimas nesses espaços.


Juntas com Clóvis Moura, ambas são referencias muito importante para pensarmos sobre a comunidade africana da diáspora em nosso país.


Curso aberto a todas e todos interessadxs!

Todos e todas são bem vindos!


Serviço: Curso totalmente on line (edu.kilombagem.net.br)

 

Metodologia: filmes, textos, fóruns de debates, atividades on line, produção textual. O material fica disponível por 30 dias e você acessa dentro da sua rotina.

 

Duração: 60 dias

 

Certificação:  90 horas

 

Valor:78,00

 

Ementa: 

Módulo 1 - Ori ou a origem (Beatriz Nascimento)

Módulo 2 - Os espaços negros de resistência: quilombos e terreiros de candomblé (Beatriz Nascimento)

Módulo 3 - As mulheres negras no quilombo e nos terreiros de candomblé (Betriz Nascimento)

Módulo 4 - Ser negro, ser negra (Lélia Gonzalez)

Módulo 5 - Feminismo Negro (Lélia Gonzalez)

Módulo 6 - Feminismo afrolatino e a unidade na luta panafricanista (Lélia Gonzalez)

Avaliação Institucional - os participantes realizam a avaliação do curso

Bibliografia: A categoria político-cultural de amefricanidade.” Tempo Brasileiro, Rio de Janeiro (92/93): 69-82, jan./jun. 1988.

As amefricanas do Brasil e sua militância.” Maioria Falante. (7): 5, maio/jun. 1988.

Por um feminismo afrolatinoamericano.” Revista Isis Internacional. (8), out. 1988.

A importância da organização da mulher negra no processo de transformação social.” Raça e Classe. (5): 2, nov./dez. 1988.

Lugar de negro (com Carlos Hasenbalg). Rio de Janeiro, Marco Zero, 1982. 115p. p. 9-66. (Coleção 2 Pontos, 3.).

Documentário Ori (Beatriz Nascimento)

Eu sou atlantica (Beatriz Nascimento)

Materiais do arquivo pessoal de Beatriz Nascimento disponíveis no Arquivo Nacional.

 

http://coletivodijeje.iluria.com/pd-5a0025-clube-de-assinatura-semestral-acesso-a-conteudo-exclusivo.html?ct=&p=1&s=1

 

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