Pular para o conteúdo principal

12 MOTIVOS PARA VOCÊ FAZER PARTE DA NKANDA

Você já deve ter ouvido falar dos cursos on line do Coletivo Di Jeje, não é mesmo?

Nossos cursos, de formação política e acadêmica para mulheres, sobretudo mulheres negras, se desenvolvem em uma plataforma on line chamade de ambiente virtual de aprendizagem.
Nesses 3 anos, nos buscamos desenvolver uma forma de ensino e aprendizagem, a partir das críticas e sugestões das usuárias; um método que privilegie a autonomia e a troca de esperiência das usuárias; aliado a um preço que pudesse ser acessível e tornar o produto possível para todas as mulheres, sobretudo, as mulheres da classe popular.
E, conseguimos. Com muito prazer, apresento para vocês a NKANDA


A NKANDA é uma plataforma de e-learning (ensino virtual), que contempla uma série de conteúdos: cursos com certificado de 90 horas, podcasts, videos, livros, teses e dissertações, filmes e documentários e artigos, todos sobre gênero e relações étnico raciais, no Brasil, América Latina, Africa e Estados Unidos.

Agora, eu vou te apresentar 12 MOTIVOS para você fazer parte da NKANDA: a ponte para o futuro!

1- Autonomia na gestão do tempo de ensino/pesquisa: Você pode acessar os cursos e todos os conteúdos dentro da sua rotina, inclusive do seu celular. Pode baixar os conteúdos para ver e assistir quando e aonde quiser.

2- Integração à uma comunidade internacional: Você estará conectada numa grande comunidade de mulheres em todos o mundo, sobretudo mulheres negras, podendo ampliar sua rede de contatos e de troca de conhecimento.

3 - Acesso a produção acadêmica sobre gênero e relação etnico racial: Você terá acesso a um repositório digital atualizado bimestralmente com a produção acadêmica sobre temas ligados a gênero e relaçao etnico racial no Brasil, América Latina, Estados Unidos e África.

4 - Cursos on line exclusivos: Você poderá participar de cursos on lines esclusivos e com certificação de 90 horas, feitos com a curadoria de pesquisadoras negras, onde os temas propostos versam sobre gênero e relações etnico raciais.

5 - Acesso a conteúdos exclusivos: Você terá acesso a conteúdos exclusivos de formação teorica e politica para mulheres do mundo todo, sobre feminismo, gênero, racismo, decolonização, pensamento africano contemporâneo, filosofia politica, intelectuais negras, história e historiografia afrobrasileira, panafricanismo e feminismo africano.

6 -  Acesso a produção da comunidade intenacional de intelectuais e pesquisadoras negras: Você fará parte de uma comunidade internacional de pesquisadoras, intelectuais e ativistas negras, que se reunem em torno de discussões sobre a condição da mulher, e principalmente da mulher negra no mundo todo.

7 - Acesso a um repositório digital extenso: Você terá acesso a um repositório digital composto por filmes, documentários, livros, artigos, teses e dissertações sobre temas contemporânemos sobre genero e relações etnico raciais.

8 - Espaço para compartilhamento de produção: Você poderá publicar artigos, ensaios e resenhas de seus materiais e compartilha-los com uma enorme comunidade de intelerctuais, pesquisadoras e ativistas do mundo todo, dando assim, visibilidade para a sua produção intelectual e politíca.

9 - Apoio para a elaboração de pesquias acadêmicas: Você terá acesso a foruns de produção de pesquisa acadêmcica, onde poderá trocar informações, tirar dúvidas, conhecer pesquisas acadêmicas de outras mulheres, aprofundar seu tema, e receber orientação para escrita de artigos e projetos de pesquisa.

10 - Acesso a conhecimento produzido por mulheres negras: o Coletivo Di Jeje é um centro de pesquisa e formação politica para mulheres, organizado e mantido por duas mulheres negras. Todos os cursos são feitos com curadoria de pesquisadoras negras, e tem por objetivo estimular o debate critico dentro das áreas de atuação e inserção dos temas propostos, fazendo com que mulheres negras, possam ser protagonistas de suas trajetórias, memórias e processos politicos de emancipação.

11- Uma plataforma aberta para todas e todos: a NKANDA é uma plataforma abert para todos e todas que desejem produzir conhecimento, ampliar perspectivas e contribuir para o debate sobre as relações de genero e etnico raciais no Brasil.

12 - Acessibilidade financeira: Você vai pagar apenas 24 REAIS MENSAIS, através do seu cartão de crédito, para ter acesso ao todos os serviços oferecidos pela plataforma de e-learning NKANDA, e nem um centavo a mais.

Então? Fantástico, não é?

Para aderiri, acesse AQUI e faça sua assinatura anual por 60 reais!

Coletivo Di Jeje - conhecimento que emancipa, conhecimento que liberta!

Postagens mais visitadas deste blog

PRECISAMOS FALAR SOBRE COLORISMO

Afinal, o que é COLORISMO ? Qual  a origem desse termo? Há muitas discussões sobre essa temática no Brasil. Expressões como afrobege , afroconveniente , pardo , mestiço , são associadas a temática do colorismo. Existem diversas explicações: a eugênia imposta no Brasil no final do século XIX e começo do século XX, a mestiçagem forçada entre negros e europeus através do estupro de mulheres negras escravizadas .  O processo da mestiçagem racial , também está ligada ao apagamento cultural e histórico da herança africana , presente no processo de construção da identidade brasileira . Pensando sobre a necessidade da realização desse debate, que o Coletivo Di Jeje , te convida para a web aula Colorismo, com Jaque Conceição . A aula vai acontecer on line via streaming , no dia 10 de Julho as 19hs , GRATUITAMENTE . Para participar, acesse o link e se inscreva. As inscrições vão até dia 08 de Julho , e as vagas são LIMITADAS . Haverá emissão de certificados . A

Mulheres Negras: pelo corpo, entre o corpo, no corpo

Jaqueline Conceição da Silv a Fundadora e Coordenadora do Coletivo Di Jeje Doutoranda em Antropologia Social/UFSC Penso sempre, que nenhuma ideia chega sozinha: as idéias são frutos das experiências que compartilhamos ao longo de nossas jornadas. E assim, o percurso da jornada como doutoranda da antropologia, tem me feito deslocar a compreensão do feminismo negro apenas como disputa política na pólis, para a formulação de uma existência do corpo negro produzindo a pólis. Não se trata de pensar disputa, mas sim produção da vida e da história. Corpo, tem parecido ser, um ponto central para as mulheres negras, produzirem teoricamente  sobre sua existência. Ele aparece com frequência em textos teóricos, ensaios e pesquisas. Nas mais diferentes formas e contextos. E é o corpo, meu corpo negro, o corpo negro que vamos pensar nesse texto. Corpo, não como unidade física da existência de uma subjetividade subalternizada e domesticada, mas como o espaço de const

KUKALA - plataforma de cursos e conteúdos para professores, pesquisadores e interessados sobre a história e a cultura africana e afro brasileira

KUKALA é uma palavra Bantu que se refere a infância e a formação das crianças através do ensinamento dos mais velhos, mas tendo a leveza e a felicidade infantil como mediadora do aprender e do ensinar. Na cultura ocidental, seria algo como os pilares da Educação da UNESCO: aprender a aprender, aprender a conhecer, aprender a fazer e aprender a ser. Para assinar clique AQUI . Como é: uma plataforma de cursos on line com 8 cursos com certificação de 90 horas cada, válidos para progressão funcional de professores da educação básica, elaborados pelo grupo de pesquisadoras do Coletivo Di Jeje. Os cursos são elaborados a partir da curadoria de conteúdo dentro dos 8 temas que são abordados. Quanto é: o usuário faz um pagamento único no valor de 75 reais e pode acessar o conteúdo durante 06 meses, além dos cursos há materiais de apoio como sugestões de aulas e atividades para serem desenvolvidas da educação infantil até o ensino médio, e também web aulas com especialistas convida