Pular para o conteúdo principal

COLETIVO DI JEJE LANÇA LIVRO SOBRE A HISTÓRIA DO FEMINISMO NEGRO

O livro que vai ser lançado em Julho chama História do Feminismo Negro e aborda os processos de organização do campo nos Estados Unidos e Brasil, bem como apresenta principais autoras e conceitos do campo.
O segundo livro é sobre o Pensamento de Angela Davis, cujo conteúdo trata sobre conceitos e categorias trabalhados pela autoras, também escrito pela coordenadora do Coletivo Di Jeje, que tem artigos publicados sobre Angela Davis no Brasil e Estados Unidos, e profere palestras sobre a autoras no Brasil, Estados Unidos, América Latina e Europa.



Desde 2016, o Coletivo Di Jeje organiza cursos on line sobre feminismo negro, são mais de 33 cursos sobre temas e conceitos ligados ao feminismo negro no Brasil. Dessa experiência, o Coletivo Di Jeje resolveu publicar livros e revistas com coletâneas de artigos de autoras negras, sobre os temas desenvolvidos nos cursos.
As duas primeiras publicações serão lançadas em  Julho e Outubro respectivamente, e são dois livros escritos pela pesquisadora e coordenadora do Coletivo Di Jeje, Professora Doutoranda em Antropologia Social Jaqueline Conceição da Silva.

O livro está disponível no sistema de pré venda, pelo preço de 45 reais.

Para comprar o seu exemplar clique AQUI


Você já copnhece a plataforma de cursos e conteúdos on line sobre feminismo negro e a questão racial?

A NKANDA é uma plataforma por assinatura na modalidade mensal, semestral e anual do Coletivo Di Jeje, e oferece cursos e demais conteúdos sobre feminismo negro e a questão racial no Brasil.

Quem já é assinante, deve acessar o site da NKANDA, e clicar no link para compra, disponível no painel de assinante, e realizar a compra com desconto (de 45 reais para 24 reais).

Mas se você não é assinante, para assinar a NKANDA, e garantir seu exemplar, das 100 cópias disponíveis, acesse o site NKANDA, e escolha seu plano

Plano Mensal: 33 reais debitado do cartão de crédito https://nkanda.org/curso.php?c=49

Plano Semestral: 150 reais num pagamento único com acesso válido por 6 meses  https://nkanda.org/curso.php?c=50

Plano Anual: 60 reais num pagamento único com acesso válido por 12 meses https://nkanda.org/curso.php?c=54 no JULHO DAS PRETAS! (valor com desconto, valor original 204 reais)

Atualmente a plataforma conta com mais de 300 assinantes de vários lugares do Brasil América Latina, África, Europa e Estados Unidos, sendo a maioria pesquisadoras negras do campo do feminismo negro.

Para a coordenadora do Coletivo Di jeje, Jaque Conceição: o lançamento do Selo Editorial Luango, tem por objetivo potencializar a produção intelectual de mulheres negras, especialmente no campo do feminismo negro, dando visibilidade para o fazer teórico acadêmico e também protagonismo para esse grupo social subalternizado dentro dos espaços de produção e divulgação de conhecimento, sendo uma forma, de potencializar o trabalho do coletivo di jeje, uma vez que os livros são resultados dos 5 anos de atuação do Coletivo, na organização de cursos e conteúdos sobre feminismo negro, intelectuais negras e a questão racial no Brasil.
Precisamos criar estratégias concretas de enfrentamento ao epistemicídio, e nós do Coletivo Di Jeje entendemos que os cursos, e agora as publicações de livros e revistas, potencializam o enfrentamento ao apagamento do saber e da memória de mulheres negras na sociedade brasileira, bem como de toda a população afrobrasileira.

Fiquem ligados, haverão outros lançamentos ao longo do ano!

Cursos e conteúdos disponíveis na Plataforma NKANDA:

  • Feminismo Negro
O feminismo negro no Brasil - Lélia Gonzalez e Beatriz Nascimento
A história do feminismo negro no Brasil

  • Intelectuais Negras
O pensamento de Beatriz Nascimento
O pensamento de bell hooks
O pensamento de Angela Davis
O PENSAMENTO DE SUELI CARNEIRO
O pensamento de Lélia Gonzales
O pensamento de Angela Davis: de 1975 aos anos 2000
O Pensamento de Frantz Fanon
O Pensamento de Abdias do Nascimento
O Pensamento de Kabenguele Munanga


  • Sistema Prisional e Genocídio da População Negra
Política de drogas: racismo, genocídio e a condição da mulher negra
Marcadores sociais de mulheres encarceradas
Sistema prisional e o encarceramento feminino

  • Subjetividade da Mulher Negra
Mulher Negra: construção histórica e resistência
Psicanalise e Racismo

  • Saúde e Sexualidade da Mulher Negra
Transsexualidade e racismo
Pluralidades: mulher negra e lésbica
Saúde sexual e reprodutiva da mulher negra

  • Coleção o que é
O que é lugar de fala?
O que é colorismo?
O que é feminismo?
O que é racismo?
O que é o feminismo negro?
O que é branquitude?

  • Movimento Negro
Mito da Democracia Racial do Brasil
A história do movimento negro no Brasil
50 anos dos Panteras Negras: feminismo negro e resistência

  • Mídia e Comunicação
Mulher Negra e a representatividade na mídia
Mulher Negra, cinema e os movimentos de resistência

  • Violência Contra a Mulher
VIOLÊNCIA DE GÊNERO

  • Religião de Matriz Africana
Candomblé, feminino e ancestralidade
A importância histórica do candomblé

  • Novos Feminismos
Feminismo Interseccional
Feminismo Negro, ciberativismo e a luta anti racista
Masculinidade Negra e o Feminismo Negro
A geração tombamento: pressupostos históricos e paradigmas atuais
O que é panafricanismo


Postagens mais visitadas deste blog

KUKALA - plataforma de cursos e conteúdos para professores, pesquisadores e interessados sobre a história e a cultura africana e afro brasileira

KUKALA é uma palavra Bantu que se refere a infância e a formação das crianças através do ensinamento dos mais velhos, mas tendo a leveza e a felicidade infantil como mediadora do aprender e do ensinar. Na cultura ocidental, seria algo como os pilares da Educação da UNESCO: aprender a aprender, aprender a conhecer, aprender a fazer e aprender a ser. Para assinar clique AQUI.
Como é: uma plataforma de cursos on line com 8 cursos com certificação de 90 horas cada, válidos para progressão funcional de professores da educação básica, elaborados pelo grupo de pesquisadoras do Coletivo Di Jeje. Os cursos são elaborados a partir da curadoria de conteúdo dentro dos 8 temas que são abordados.

Quanto é: o usuário faz um pagamento único no valor de 75 reais e pode acessar o conteúdo durante 06 meses, além dos cursos há materiais de apoio como sugestões de aulas e atividades para serem desenvolvidas da educação infantil até o ensino médio, e também web aulas com especialistas convidados.

O pagamento …

Mulheres Negras: pelo corpo, entre o corpo, no corpo

Jaqueline Conceição da Silva Fundadora e Coordenadora do Coletivo Di Jeje Doutoranda em Antropologia Social/UFSC





Penso sempre, que nenhuma ideia chega sozinha: as idéias são frutos das experiências que
compartilhamos ao longo de nossas jornadas. E assim, o percurso da jornada como doutoranda
da antropologia, tem me feito deslocar a compreensão do feminismo negro apenas como disputa
política na pólis, para a formulação de uma existência do corpo negro produzindo a pólis. Não se
trata de pensar disputa, mas sim produção da vida e da história.
Corpo, tem parecido ser, um ponto central para as mulheres negras, produzirem teoricamente  sobre
sua existência. Ele aparece com frequência em textos teóricos, ensaios e pesquisas. Nas mais
diferentes formas e contextos. E é o corpo, meu corpo negro, o corpo negro que vamos pensar nesse texto. Corpo, não como unidade física da existência de uma subjetividade subalternizada e domesticada, mas como o espaço de construção e efetivação de formas de pensar …

NKANDA: FORMAÇÃO POLÍTICA PARA MULHERES

Oi, eu sou a Jaque Conceição, sou fundadora e coordenadora do Coletivo Di Jeje, 
e estou te fazendo um convite especial!Quando eu criei o Di Jeje em 2014, meu 
maior desejo era poder trabalhar com aquilo que eu mais acredito: o conhecimento
 como potencializador de vidas e emancipador das mulheres negras. Foram 
necessários 4 anos para que pudéssemos chegar num modelo de gestão de
 negócio, que possa oferecer conhecimento para mulheres negras de forma 
viável. Nesse sentido, a metodologia de ensino a distância, tem sido uma 
importante ferramenta. Toda essa trajetória trouxe reconhecimento, e a expertise em atuar com 
mulheres negras, com um