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KUKALA - plataforma de cursos e conteúdos para professores, pesquisadores e interessados sobre a história e a cultura africana e afro brasileira

KUKALA é uma palavra Bantu que se refere a infância e a formação das crianças através do ensinamento dos mais velhos, mas tendo a leveza e a felicidade infantil como mediadora do aprender e do ensinar. Na cultura ocidental, seria algo como os pilares da Educação da UNESCO: aprender a aprender, aprender a conhecer, aprender a fazer e aprender a ser. Para assinar clique AQUI.
Como é: uma plataforma de cursos on line com 8 cursos com certificação de 90 horas cada, válidos para progressão funcional de professores da educação básica, elaborados pelo grupo de pesquisadoras do Coletivo Di Jeje. Os cursos são elaborados a partir da curadoria de conteúdo dentro dos 8 temas que são abordados.

Quanto é: o usuário faz um pagamento único no valor de 75 reais e pode acessar o conteúdo durante 06 meses, além dos cursos há materiais de apoio como sugestões de aulas e atividades para serem desenvolvidas da educação infantil até o ensino médio, e também web aulas com especialistas convidados.

O pagamento …

Mulheres Negras: pelo corpo, entre o corpo, no corpo

Jaqueline Conceição da Silva Fundadora e Coordenadora do Coletivo Di Jeje Doutoranda em Antropologia Social/UFSC





Penso sempre, que nenhuma ideia chega sozinha: as idéias são frutos das experiências que
compartilhamos ao longo de nossas jornadas. E assim, o percurso da jornada como doutoranda
da antropologia, tem me feito deslocar a compreensão do feminismo negro apenas como disputa
política na pólis, para a formulação de uma existência do corpo negro produzindo a pólis. Não se
trata de pensar disputa, mas sim produção da vida e da história.
Corpo, tem parecido ser, um ponto central para as mulheres negras, produzirem teoricamente  sobre
sua existência. Ele aparece com frequência em textos teóricos, ensaios e pesquisas. Nas mais
diferentes formas e contextos. E é o corpo, meu corpo negro, o corpo negro que vamos pensar nesse texto. Corpo, não como unidade física da existência de uma subjetividade subalternizada e domesticada, mas como o espaço de construção e efetivação de formas de pensar …

NKANDA: FORMAÇÃO POLÍTICA PARA MULHERES

Oi, eu sou a Jaque Conceição, sou fundadora e coordenadora do Coletivo Di Jeje, 
e estou te fazendo um convite especial!Quando eu criei o Di Jeje em 2014, meu 
maior desejo era poder trabalhar com aquilo que eu mais acredito: o conhecimento
 como potencializador de vidas e emancipador das mulheres negras. Foram 
necessários 4 anos para que pudéssemos chegar num modelo de gestão de
 negócio, que possa oferecer conhecimento para mulheres negras de forma 
viável. Nesse sentido, a metodologia de ensino a distância, tem sido uma 
importante ferramenta. Toda essa trajetória trouxe reconhecimento, e a expertise em atuar com 
mulheres negras, com um